domingo, 20 de novembro de 2011

ACHADOS ARTEFATOS ARQUEOLÓGICOS QUE COMPROVAM A HISTORICIDADE DE MAIS DOIS PERSONAGENS BÍBLICOS

Júbilo impera entre os arqueólogos bíblicos! Mais dois personagens da corte judaica deixaram de ser conhecidos apenas nas páginas das Bíblias ao redor do mundo para se apresentarem a todos através de uma descoberta arqueológica. Essa descoberta é incrivelmente significativa porque reforça o que muitos cristãos têm afirmado ao longo dos séculos: a Bíblia é um documento histórico confiável! Alguém pode questionar: "Qual a importância desse achado para o mundo acadêmico? De que maneira ele favorece a confiabilidade histórica da Bíblia?" Vejamos:
A recente descoberta desenterrou a segunda prova de que o texto de Jeremias 38:1 foi baseado em fatos históricos confiáveis. Esse texto menciona os principais ministros do Rei Zedequias (597-586 a.C), o último rei de Judá: Jucal, filho de Selemias e Gedalias, filho de Pasur.















Esse achado está relacionado com outro artefato desenterrado em 2005 e que também foi causa de muita celebração, pois foi o primeiro que corroborou o texto bíblico de Jeremias 38:1. Na ocasião, foi encontrado o selo de Jucal, filho de Selemias (Yehukal ben Selemyahu).
Desta vez, o selo encontrado foi de Gedalias, filho de Pasur! E tem mais: Os nomes impressos sobre eles estão completos e em perfeitas condições de serem lidos. A informação torna-se mais impressionante, já que estamos falando de documentos de 2600 anos atrás!
As letras da inscrição Gedalyahu ben Pasur (Gedalias, filho de Pasur) estão em hebraico antigo e em perfeito estado de conservação, o que facilitou a tradução das duas linhas. Sendo o hebraico uma língua lida da direita para a esquerda, a primeira letra da primeira linha (l), é a preposição “para, pertencente a”, e as três últimas letras da mesma linha (yhw) é a forma abreviada do nome de Deus (YHWH), pronunciado comumente como “yahu”. Gedalias significa “O Senhor é Grande”. Pena que seu nome não revelou seu caráter, já que no capítulo 38 de Jeremias ele e outros ministros, entre eles Jucal, tentaram matar o profeta lançando-o numa cisterna sem água. Jeremias só não morreu graças aos esforços de um etíope, Ebede Meleque, que o retirou de lá.



















A responsável pela descoberta foi a arqueóloga israelense Eilat Mazar, da Universidade Hebraica, de Jerusalém. Seu nome veio à tona quando, em 2005, ela anunciou a descoberta do palácio de Davi, na parte mais baixa de Jerusalém. Nas palavras dela: “Não é muito freqüente que uma descoberta aconteça em que figuras reais do passado agitam a poeira da história e tão vividamente revivem as histórias da Bíblia.”. Todas essas evidências exigem um veredito: A Bíblia é um documento histórico confiável!






sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Artefato (arqueologia)



Artefacto ou artefato, em arqueologia, é qualquer objeto feito ou modificado por um humano numa cultura arqueológica, que dê evidência da atividade e da vida do homem. Muitas vezes, tais artefatos foram recuperados mais tarde por esforços de alguns arqueólogos.
Exemplos de artefatos podem incluir itens tais como ferramentas de pedra, ruínas de construções, como inscrições, documentos, monumentos, e crônicas e instrumentos talhados em pedra. Também incluem cerâmica, vasos, tabuinhas de argila, objetos metálicos como botões ou metralhadoras, e elementos de adorno pessoal, como jóias e de vestuário. Outros exemplos incluem ossos que mostram sinais de modificação humana, pedaços no coração das rochas ou outro material vegetal utilizado para a alimentação.
A busca de vestígios antigos, ou artefatos, nos antigos locais envolvem muita pesquisa e a remoção de milhões de toneladas de terra.
O estudo desses objetos é uma parte importante no domínio da arqueologia, embora o grau em que eles representam nos grupos sociais tornou-se um assunto sobre o qual, encontram-se argumentos variados de diversos arqueólogos. Museus tradicionais são frequentemente criticados por exibirem um grande numero de artefatos da história, mas sem qualquer informação contextual sobre os seus efeitos ou as pessoas que os fez.
Artefatos podem vir de qualquer contexto arqueológico ou fonte, tais como:
De qualquer recurso arqueológico como um Sambaqui ou outro cenário doméstico.
Artefatos são distintos do corpo principal do registro arqueológico como Estratificação e recursos, que são restos da atividade humana, como corações, estradas, ou depósitos que continuam a serem objetos de interesse arqueológico feitos por outros organismos, tais como sementes s ou Ossos de animais.
Citam-se também objetos naturais que foram movidos, mas não alterados pelo homem. Exemplos destes incluem objetos que teriam sido deslocados na parte interior ou seixos arredondados pela ação água que os teria moldado.
Estas distinções são frequentemente desfocadas; por exemplo, um osso removido de uma carcaça de um animal esculpido ate tornar-se um artefato. Do mesmo modo, pode haver debates sobre objetos de pedra brutos ou artefatos que podem ser naturalmente fenômenos que só parecem ter sido usados por seres humanos.

Uso de artefatos arqueológicos em análise

Artefatos são frequentemente chamados para "Análise lítica", (a análise de Artefatos e ferramentas feitos com rochas, com fins arqueológicos), quando manuseados durante escavação arqueológica. Artefatos  estão relacionados com o registro arqueológico por sua posição definida pelo contexto arqueológico. Isto é importante para análise e está intimamente relacionado ao trabalho pós-escavação com o uso de um Harris matriz criado durante a escavação. Uma análise de constatação é muitas vezes feita durante a escavação com a finalidade de detectar semelhanças, que é um processo de avaliação das datas de contextos ao passo que foram escavadas. É utilizada como uma forma de confirmação relativa da fase arqueológica e realçando qualquer potencial para uma maior descoberta em um determinado sitio, uma vez que avança. A análise de tipos de cerâmica foi pioneira datando do século 19 por arqueólogos como Georg Loeschcke. Além de semelhanças e apoio do processo de escavação, os artefatosficam a disposição de uma serie de aulas pós-escavação.

Agora vejam algumas imagens de Artefatos Arqueológicos :




Ponta de flecha de obsidiana
Balanças de ouro, com a representação de uma mariposa, costumeiramente talhadas em tumbas Micenas do III, IV, V e XVI a.C.